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O Instituto PME Formação que tem há quatro anos a funcionar ininterruptamente o seu Centro de Novas Oportunidades, realizou no passado dia 26 de Outubro de 2012 uma sessão de júri com quatro adultos, dos quais um obteve a certificação do 3º ciclo do ensino básico e 3 a certificação do nível secundário.

O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de competências (processo RVCC) tem vindo a afirmar-se na sociedade portuguesa enquanto instrumento de qualificação dos adultos com competências adquiridas ao longo da vida em contextos formais, não formais e informais.

As sessões de júri de certificação dos Centros Novas Oportunidades representam, formalmente, o culminar destes processos de qualificação.
Os candidatos efectuaram uma apresentação pública e oficialmente, perante um júri, composto por formadores das várias áreas do saber, pelo profissional de RVC e por um avaliador externo da bolsa nacional, apresentam os seus portefólios de competências e um tema final condizente com a sua experiência de vida e transversal a todas as áreas de competências-chave.

O CNO do IPME convida todos os interessados a participar na próxima sessão de júri que irá decorrer no dia 21 de Novembro pelas 18h, no edifício Ideia Atlântico (Variante do Fojo).

O Centro Novas Oportunidades do IPME, convida todos os interessados a participar nas próximas sessões de júri para o Nível Secundário, a decorrer nos dias 14 e 15 do corrente mês, pelas 18h30, no edifício Ideia Atlântico (Variante do Fojo).

O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de competências (processo RVCC) tem vindo a afirmar-se na sociedade portuguesa enquanto instrumento de qualificação dos adultos com competências adquiridas ao longo da vida em contextos formais, não formais e informais.

As sessões de júri de certificação dos Centros Novas Oportunidades representam, formalmente, o culminar destes processos de qualificação.

Os candidatos apresentam-se pública e oficialmente, perante um júri, composto por formadores das várias áreas do saber, por um profissional de RVC e por um avaliador externo da bolsa nacional, apresentam os seus portefólios de competências e um tema final condizente com a sua experiência de vida e transversal a todas as áreas de competências-chave.

O Instituto PME Formação lança novas edições do curso Técnico Superior de Higiene e Segurança e, em novos locais LISBOA inicio a 02 de Maio de 2011 BRAGA início a 30 de Maio de 2011 Porto inicio a 02 de Maio de 2011 Faro inicio a 29 de Abril de 2011 Funchal/ Valença / Évora /Guarda /Aveiro são os novos locais previstos para a realização de novas Edições e terão datas a anunciar brevemente!

No seguimento do trabalho desenvolvido no ano de 2009, foi lançado o questionário de diagnóstico de formação para todos as empresas. Este questionário visa conhecer de forma aprofundada quais as áreas de formação, locais, horários, entre outros, que as empresas entendem estar mais carenciadas na qualificação dos seus colaboradores. O presente questionário pretende conhecer o histórico mas essencialmente o que as empresas pretendem para 2010/11. O estudo é conduzido pelo INSTITUTO PME FORMAÇÃO e é da responsabilidade e orientação de Lurdes Mota Campos, Directora de Formação do Instituto PME Formação. O estudo levado a cabo em 2009 já se encontra disponível do site "Histórico - perspectivas futuras. A formação vista pelas empresas e pelos formandos. O Estudo que foi editado em 2009 contou com o contributo de 916 pessoas singulares e 325 empresas. De acordo com a regulamentação do Código de Trabalho, as empresas são obrigadas a cumprir com as 35 horas de formação para com os seus colaboradores. Contudo, a recente introdução do relatório único torna esta exigência mais actual já que em 2011 as empresas serão obrigadas a reportar essa informação.


Caríssimo Dr. Pedro de Castello Branco, Director do Centro Novas Oportunidades da IPME Formação S.A.

É com grande desgosto que, pelas razões que tive oportunidade de expor, não posso estar hoje convosco presencialmente. Não quero porém deixar de desejar que a sessão decorra da melhor forma. Trata-se de mais uma prova do vosso dinamismo e empenho, de que todos beneficiamos, a começar pelos nossos alunos-formandos.
Talvez seja ainda cedo para uma avaliação definitiva do conjunto das transformações do sistema de educação e formação que ocorrem sob os nossos olhos em Portugal. Está tudo a acontecer muito depressa e pode-se pensar que o tempo decorrido não permite aferir o que perdurará para além do ciclo que vivemos. Existem porém indicadores que permitem sustentar a ideia de que estamos a assistir e a participar numa mudança de paradigma com um largo alcance histórico.
Há quatro anos atrás, perto de três milhões e meio de portugueses activos possuíam menos do que o nível secundário de educação. Destes, dois milhões e meio não tinham concluído o ensino básico. Os adultos que participavam em actividades de aprendizagem ao longo da vida eram uma escassa minoria. Todos os anos, 4 em cada 10 jovens abandonavam a escola sem concluir o secundário. Os que tentavam concluí-lo através de vias vocacionais eram menos de um quarto do total. Os maus resultados nos exames e nos estudos internacionais de literacia repetiam-se e a retenção chega a ser considerada uma virtude do sistema.
Tudo isto acontecia e acontece em contraste com os padrões típicos da União Europeia, com graves consequências para a economia, para a qualidade da democracia, para a igualdade social e para a participação económica, cívica e social de cada cidadão. E tudo isto foi acontecendo perante a passividade de muitos agentes educativos, que olhavam para esta realidade como se de uma coisa natural se tratasse. Como se as pessoas, por definição, rejeitassem a escola e o conhecimento. Como se os portugueses não fossem capazes de aprender como qualquer outro povo.
Mas afinal, em apenas três anos, alcançou-se a meta de tornar as várias modalidades de ensino vocacional de nível secundário para jovens (cursos profissionais, cursos de educação-formação, sistema de aprendizagem, ensino artístico especializado) tão procuradas como as vias científico-humanísticas, abrangendo já perto de 150.000 alunos. Perto de 1.200.000 adultos inscreveram-se em cursos de educação-formação ou em processos de reconhecimento, verificação e certificação de competências de nível básico ou secundário, para onde foram encaminhados pelos 454 Centros Novas Oportunidades espalhados pelo país. Desses, cerca de 375.000 viram já reconhecido o seu esforço e obtiveram os diplomas correspondentes aos níveis de qualificações atingidos. O que é que tornou realidade estes resultados que alguns julgariam utópicos?
Em primeiro lugar eles traduzem uma urgência para o país, dado que o desenvolvimento e a competitividade económica no contexto da nova economia mundial dependem da qualificação das pessoas. Esta é também uma condição e o instrumento mais poderoso de justiça social, de promoção da igualdade e de modernização das estruturas sociais. É, ainda, um tónico determinante da qualidade da democracia e da participação dos cidadãos nas instituições.
As pessoas corresponderam ao esforço de qualificação que lhes é pedido. Por um lado sentiam-se objecto de uma injustiça histórica. Impedidas de estudar quando foram jovens, deram porém um contributo, com o seu trabalho, para o bem comum, que nunca tinha sido compensado pela oferta de oportunidades de desenvolverem as suas capacidades, valorizarem os seus saberes, de aprenderem coisas novas e, correspondentemente, de adquirirem os certificados escolares correspondentes a essas capacidades, a esses saberes e a essa vontade de aprender. Está hoje claro como nunca que não foram nem são os portugueses quem rejeitou a escola. Eles foram impedidos de progredir, quando jovens ou já como adultos, num contexto escolar concebido para seleccionar e excluir e não para incluir todos. Quando uma oportunidade efectivamente adequada às suas expectativas passou a ser oferecida aos jovens que tendiam a abandonar escola, eles aderiram. Quando um sistema de educação e formação de adultos pedagógica e institucionalmente adequado às condições e às experiências dos adultos lhes foi tornado acessível, eles formaram um autêntico movimento social de “regresso” à escola – uma escola entretanto profundamente transformada – e de procura de qualificações.
Se do lado das condições externas a Iniciativa Novas Oportunidades beneficia da correspondência a prioridades efectivas do país e das pessoas, do lado da concepção ela integra medidas que têm provado tanto no plano conceptual, como no plano da adesão dos agentes.
De facto, a valorização do trabalho, da cooperação entre saberes abstractos e saberes operativos e da experiência de vida, presente no conceito de “educação-formação”, revelou-se o caminho adequado.
Lançada no terreno em 2006, rapidamente a Iniciativa Novas Oportunidades se tornou um programa “sem dono”, sendo apropriado por todo o tipo de parceiros, desde autarquias a empresas, de Centros de Formação a outras entidades formadoras, de escolas privadas a escolas públicas. É vasta e de malha fina, como convém numa óptica de proximidade, a rede dos Centros Novas Oportunidades que estas diversas entidades promovem em todo o país. Das poucas centenas de promotores de cursos vocacionais para jovens, localizados nos Centros de Formação e nas Escolas Profissionais, passámos a muitas centenas, dado o empenho das escolas secundárias em assumir uma nova missão que por todo o lado está a mudar a face do sistema de ensino e a criar uma nova escola, mais diversificada, mais aberta à comunidade, mais autónoma, mais orientada para a resposta a todos os seus alunos.
Muitas das medidas singulares que agora integram a Iniciativa Novas Oportunidades têm uma história mais ou menos longa. Independentemente da sua qualidade e do mérito do pioneirismo, não podiam porém produzir os impactes que a situação requeria, dada a pequena escala e o carácter mais ou menos lateral em relação às instituições de referência. A Iniciativa Novas Oportunidades trouxe essas medidas para o centro do sistema, deu-lhes peso institucional – não sem modificar as próprias instituições, como vimos a propósito das escolas – e dotou-as de meios absolutamente inéditos no nosso país.
Criada esta nova realidade já dificilmente se imagina o nosso sistema sem a presença das Novas Oportunidades. Mas, como todos os programas novos, carece ainda de apoio. O apoio político que recebeu ao mais alto nível continua a ser imprescindível. As práticas podem sempre ser melhoradas. Os portugueses, jovens e adultos, vão continuar a procurar as diversas medidas da Iniciativa e provavelmente outras vão tornar-se necessárias. Quando os problemas do presente estiverem no essencial resolvidos, outros irão aparecer. Essa é a lógica da aprendizagem ao longo da vida. E esse é o campo da Iniciativa Novas Oportunidades.
Temos, pois, que nos preparar para esses desafios, que enumero de forma muito sucinta:
1. manter padrões de qualidade e de orientação para resultados que simultaneamente permitam um impacte real quer em termos de competências instaladas, quer em termos de pessoas abrangidas, melhorando aspectos desse atendimento como a gestão dos tempos de espera e o justo equilíbrio entre o rigor pedagógico e a flexibilidade do sistema;
2. responder ao mesmo tempo à procura da formação inicial, que não cessa nem dá sinais de abrandamento, e à necessidade de reforçar o papel dos Centros Novas Oportunidades como portas de entrada no sistema de aprendizagem ao longo da vida. As certificações parciais, os encaminhamentos, a implementação do RVCC profissional, são exemplos do que isto significa;
3. travar uma batalha pela valorização do sistema de educação-formação de adultos e das suas diversas medidas, combatendo preconceitos e desmistificando ideias-feitas;
4. reforçar as parcerias, nomeadamente entre os operadores de educação e formação, as empresas, outros empregadores e as autarquias, entre outras entidades, de forma a permitir a todo o sistema uma boa base de sustentação, a flexibilidade de que o princípio da proximidade carece e, ainda, que os efeitos de qualificação tenham impactes não apenas na dimensão pessoal e familiar das pessoas, mas também na dimensão profissional, considerando aqui tanto os benefícios para os empregadores como para os trabalhadores.

Tarefas demasiado exigentes? Acho que já provámos que o impossível pode ser realizado. Não é agora que vamos esmorecer. Quanto mais difícil a missão, mais estimulados nos sentiremos.

Agradeço a atenção,

Luís Capucha
Presidente da Agência Nacional para a Qualificação, I.P.

No âmbito de um Curso de Educação e Formação de Adultos, a decorrer em Braga, promovido pelo IPME – Instituto PME Formação S.A., informamos todas as empresas interessadas em acolher um ou mais estagiários que se encontram abertas as inscrições para os estágios da área de Operador(a) de Informática.
O referido estágio tem a duração de 120 horas e deverá decorrer de 15 de Novembro a 10 de Dezembro de 2010 (sujeito a confirmação).

Vantagens para a Empresa:

- Gratuitidade;
- Formandos com Formação Profissional adequada.

Poderá formalizar a inscrição via e-mail (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.), fax (253 609 989), correio ou presencialmente. Para o efeito, deverá enviar-nos a ficha de inscrição devidamente preenchida.

O número de inscrições é limitado. As inscrições serão consideradas por ordem de chegada e pela possibilidade de integração do(s) estagiário(s) na entidade no final do estágio.

Download: Ficha_Inscricao_Estagio-Empresas.xls

Link Relacionado: http://www.pme.online.pt/adm/gca/index.php?id=734
Consulte a Ficha do Curso de Operador de Informática

Está previsto o início, para a 2ª quinzena de Outubro, de mais uma acção do Curso Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho (em Lisboa). No primeiro semestre do ano realizaram-se duas acções: Braga (16ª Edição) e Porto (17ª Edição).

Ainda se encontram abertas as inscrições embora condicionadas ao número de vagas disponíveis.

O Curso Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho é vital para qualificar os técnicos das empresas numa matéria particularmente negligenciada: a Segurança sobretudo se tivermos presente que:

“Todos os anos, 5 720 pessoas morrem na União Europeia em consequência de acidentes de trabalho, segundo dados do EUROSTAT.

Com o presente curso e, no final da formação os formandos que obtenham aproveitamento poderão solicitar a obtenção do CAP (Certificado de Aptidão Profissional) à entidade reguladora.

A certificação da aptidão profissional de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho, com base na comprovação da posse das competências adequadas ao exercício da profissão, tem por objectivo fundamental a formação de profissionais com responsabilidades na área da Segurança e Higiene do Trabalho, capacitando-os com os conhecimentos e competências necessárias ao exercício da profissão de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho (Decreto-Lei 110/2000 de 30 de Junho e respectivas actualizações), ou seja, desenvolver, coordenar e controlar as actividades de prevenção e de protecção contra riscos profissionais.


Link Relacionado: http://www.pme.online.pt/gca/index.php?id=676
Para mais informações

A Entrega de diplomas dos adultos inscritos no CNO que conseguiram obter a certificação e reconhecimento de competências ao nível do Ensino básico e Secundário, teve lugar no dia 9 de Abril, em Braga.

A presente cerimónia resultou de um trabalho conjunto dos técnicos e dos adultos inscritos durante o ano de 2009. Os adultos inscritos passaram por um processo de diagnóstico e encaminhamento tendo em vista as competências adquiridas ao longo da vida, tendo sido encaminhados para o respectivo processo de reconhecimento complementado com formação em áreas específicas.

Foram entregues diplomas de certificação a adultos inscritos no CNO da IPME, num total de 76.

Os oradores, Dr.a Ana Margarida Costa (da DREN) e Pedro Castello-Branco (em representação do IPME) manifestaram o seu agrado pela participação empenhada dos adultos ao longo do processo e que era evidenciado na presente sessão. A entrega dos diplomas foi seguida por uma confraternização entre os adultos e demais convidados no Clube DelMar IDEIA-ATLÂNTICO.

 

No âmbito de um Curso de Educação e Formação de Adultos, a decorrer em Braga, promovido pelo IPME – Instituto PME Formação S.A., informamos todas as empresas interessadas em acolher um ou mais estagiários que se encontram abertas as inscrições para os estágios da área de Operador(a) de Informática. O referido estágio tem a duração de 120 horas e deverá decorrer de 15 de Novembro a 10 de Dezembro de 2010 (sujeito a confirmação). Vantagens para a Empresa: - Gratuitidade; - Formandos com Formação Profissional adequada. Poderá formalizar a inscrição via e-mail (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.), fax (253 609 989), correio ou presencialmente. Para o efeito, deverá enviar-nos a ficha de inscrição devidamente preenchida. O número de inscrições é limitado. As inscrições serão consideradas por ordem de chegada e pela possibilidade de integração do(s) estagiário(s) na entidade no final do estágio.

Subcategorias

 

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Incentivo

Candidaturas Abertas!

 

O "Cheque Formação" visa o reforço da qualificação profissional, de ativos e desempregados, dotando-os de competências para serem mais competitivos no mercado de trabalho.

 

Quem se pode candidatar: 

?         A TÍTULO INDIVIDUAL – ativos e desempregados (inscritos no IEFP), beneficiários diretos da formação;

?         ENTIDADES EMPREGADORAS, relativamente aos seus trabalhadores.

 

Apoios Financeiros:

 

?         Ativos empregados 50 h de formação | 175 €

?         Desempregados 150 h de formação | 500 €*

(Os desempregados poderão ainda beneficiar de bolsa de formação, subsídio de refeição e despesas de transporte)

 

A IPME é uma entidade formadora certificada pela DGERT, habilitada para ministrar a formação ao abrigo do "cheque formação". Consulte a lista de ações de formação da IPME.

 

A IPME trata do seu processo/candidatura Cheque-Formação.

 

Aposte na sua qualificação e/ou na qualificação dos seus colaboradores.

 

Para mais informações contacte-nos.

www.ipme.pt , 253 609 980, 961 554 003, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..